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Conteúdo não elegível para Takedown

Atualizado há mais de uma semana

Este documento define os tipos de conteúdo que não são elegíveis para remoção por meio do processo de Takedown da Axur. O Takedown da Axur é uma ferramenta automatizada que envia notificações extrajudiciais para solicitar a remoção de conteúdo fraudulento. No entanto, nem todo conteúdo online se enquadra nos tipos de infrações de proteção de marca que tratamos e nos canais de reporte que automatizamos. Os cenários descritos abaixo estão fora do escopo extrajudicial da Axur, e os motivos são explicados para cada caso.

Princípio central: A Axur atua em casos de fraude e risco iminente de fraude. Nosso escopo é combater fraudes digitais e prevenir riscos iminentes de fraude. Todas as situações descritas abaixo representam conteúdos que, embora possam mencionar ou utilizar uma marca, não constituem fraude nem apresentam risco iminente de fraude, e, portanto, não são elegíveis para remoção extrajudicial.


Liberdade de Expressão (Fair Use)

A Axur não trata tickets relacionados à liberdade de expressão (uso justo), pois esses casos não constituem fraude. Eles representam o exercício legítimo da liberdade de expressão, caracterizado pelo uso de uma marca para fins de ilustração, comentário, crítica ou informação sobre temas de interesse público.

Esse direito é amplamente protegido pelo direito internacional. O Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (PIDCP), adotado pelas Nações Unidas, reconhece a liberdade de expressão como um direito fundamental (Artigo 19). A Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos oferece forte proteção contra censura prévia. A Convenção Europeia de Direitos Humanos (Artigo 10) também garante o direito à liberdade de expressão. No Brasil, os artigos 5º (incisos IV e IX) e 220 da Constituição Federal proíbem a censura prévia.

Tentar remover esse tipo de conteúdo pode ser interpretado como censura prévia, gerando riscos legais e reputacionais não apenas para a Axur, mas também para a marca solicitante.

Exemplos

  • Artigos de notícias e conteúdo jornalístico sobre a marca

  • Opiniões e críticas em perfis, posts, grupos ou comunidades em redes sociais

  • Fake news puramente difamatórias (sem elementos de fraude/golpe)

  • Comentários pessoais negativos sobre produtos ou serviços

  • Matérias de imprensa, independentemente de o cliente considerá-las fake news

  • Conteúdo criticando a marca

  • Perfis satíricos ou de paródia direcionados a marcas ou indivíduos

Distinção importante – Fake News vs. Notícias Fraudulentas (Hoaxes)

Fake news são conteúdos puramente difamatórios e devem ser tratados por vias legais. Já notícias fraudulentas (hoaxes) utilizam fake news como veículo para aplicar golpes, por exemplo, um artigo que apresenta um executivo conhecido como promotor de uma plataforma de investimento que, na verdade, é fraudulenta. Hoaxes SÃO elegíveis para takedown, pois configuram fraude.

Perfis de Paródia

Perfis criados para fins humorísticos, como páginas de memes ou humor baseadas em marcas. Esses perfis não tentam se passar pela marca oficial e não constituem fraude. Plataformas geralmente protegem esse conteúdo como expressão artística.

  • Páginas de memes sobre a marca

  • Páginas baseadas em campanhas ou conteúdos virais

  • Perfis que se identificam claramente como paródia

Perfis de Fã (Fan Clubs)

Perfis criados para discutir um produto, serviço, marca ou pessoa famosa. Reúnem fãs e informações relevantes sobre o tema e não tentam enganar usuários.

  • Fanpages de celebridades ou influenciadores

  • Comunidades de entusiastas de uma marca ou produto

  • Perfis com conteúdo de fãs (fan art, reviews, discussões)

Conteúdo Jornalístico e Informativo

Sites jornalísticos, blogs informativos e páginas de conteúdo editorial que mencionam a marca de forma referencial não são elegíveis para remoção. Isso inclui artigos de imprensa, análises de mercado, comparações de produtos e avaliações independentes. As plataformas protegem esse tipo de conteúdo como exercício da liberdade de imprensa, de acordo com o Artigo 19 do PIDCP e as leis nacionais de liberdade de imprensa.

Isso também se aplica ao próprio conteúdo do cliente que tenha sido sindicado ou republicado por terceiros, como comunicados à imprensa, comunicações oficiais ou materiais de marketing reproduzidos por agregadores de notícias ou sites parceiros. Mesmo quando o cliente deseja remover uma versão desatualizada, o conteúdo original pertence à marca e foi publicado voluntariamente. Isso não se enquadra no escopo de takedown da Axur.

  • Artigo de jornal mencionando a marca em contexto noticioso

  • Blog de tecnologia avaliando um produto da marca

  • Site de comparação de preços listando produtos da marca

  • Páginas de busca indexando conteúdo sobre a marca

  • Release do cliente republicado por um agregador de notícias de terceiros

  • Conteúdo de marketing desatualizado sindicado por sites parceiros

Exceção importante: Sites disfarçados de portais jornalísticos ou de notícias que, na realidade, são veículos de fraude, como sites de fake news que redirecionam usuários para golpes ou páginas de phishing, SÃO elegíveis para takedown.

Avaliações de Funcionários e Ex-Funcionários

Avaliações publicadas por funcionários atuais ou ex-funcionários em plataformas de avaliação de empregadores, como Glassdoor, Indeed e Kununu, não são elegíveis para takedown. Essas avaliações se enquadram na liberdade de expressão no contexto das relações de trabalho e não constituem fraude nem violação de marca. As plataformas de avaliação protegem explicitamente esse tipo de conteúdo e não aceitam solicitações de remoção baseadas em alegações de proteção de marca.

Exemplos

  • Avaliação negativa sobre condições de trabalho no Glassdoor

  • Experiência de ex-funcionário compartilhada no Indeed ou Kununu

  • Reclamações sobre a cultura da empresa ou a gestão em plataformas de avaliação


Páginas, Perfis e Contas Oficiais

Páginas, perfis em redes sociais ou aplicativos que pertencem às contas oficiais do cliente não são elegíveis para takedown, mesmo que estejam obsoletos, sem acesso ou comprometidos (hackeados). Essas URLs pertencem a ambientes legítimos da marca, e tentar removê-las pode causar:

  • Desativação de outras URLs/perfis oficiais associados ao domínio

  • Perda de credibilidade dos relatórios da Axur junto às plataformas, pois elas podem identificar que o reporte tem como alvo uma conta oficial da marca

  • Dúvidas sobre a validação realizada em outros relatórios

Nossas notificações são baseadas na premissa de que há uma violação de propriedade intelectual ou fraude, o que não se aplica a URLs legítimas. Para contas comprometidas, o cliente deve tratar a recuperação internamente e/ou diretamente com as plataformas.

Exemplos

  • Perfil oficial da marca no Instagram que foi hackeado

  • Página oficial no Facebook à qual o cliente perdeu acesso

  • Conta oficial no X que foi suspensa

  • Subdomínio oficial do cliente que foi comprometido

  • Canal oficial no YouTube que foi invadido

  • Contas oficiais obsoletas que não estão mais em uso


Conteúdo em Plataformas de Mensagens Privadas

Conteúdos fraudulentos que circulam em grupos privados ou fechados em plataformas de mensagens como WhatsApp, Telegram, Facebook, Discord e Signal geralmente não são elegíveis para takedown. Essas plataformas operam com criptografia de ponta a ponta e/ou dinâmicas de grupos fechados, o que cria limitações significativas para ações extrajudiciais.

A Axur normalmente não tem visibilidade direta sobre o conteúdo compartilhado dentro de grupos privados ou fechados. Mesmo nos casos em que a Axur monitora mensagens privadas por meio de infiltração especializada em grupos de ameaça, solicitar a remoção de mensagens ou grupos específicos pode comprometer nossa segurança operacional (OPSEC). Essas ações podem expor nossos métodos de investigação e neutralizar nossa capacidade de coletar mais informações sobre as atividades dos agentes maliciosos.

Plataformas de mensagens geralmente não aceitam solicitações de takedown feitas por terceiros para conteúdos em conversas privadas ou grupos, pois isso entra em conflito com suas políticas de privacidade e criptografia. Mesmo quando o conteúdo é identificado (por exemplo, por meio de denúncias de usuários ou capturas de tela), comprovar a existência e a natureza da infração para a plataforma é significativamente mais difícil sem acesso direto. A natureza efêmera das mensagens (exclusão automática, mensagens que desaparecem) dificulta a coleta e preservação de evidências. Essas limitações existem porque as plataformas de mensagens são projetadas para proteger a privacidade dos usuários, com base em estruturas como a Diretiva de ePrivacy da União Europeia, o Electronic Communications Privacy Act (ECPA) nos Estados Unidos e o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) no Brasil, que restringem o acesso de terceiros a comunicações privadas.

Exemplos

  • Grupos fechados de WhatsApp compartilhando links de phishing ou promoções falsas usando o nome da marca

  • Canais do Telegram distribuindo vouchers ou cupons fraudulentos redirecionando para o site oficial da marca

  • Servidores do Discord utilizando a identidade da marca para atrair usuários para golpes

  • Contas no WhatsApp usando o logotipo da marca, mas operando como entregadores ou revendedores sem intenção fraudulenta


Nomes de Domínio Semelhantes Sem Fraude Ativa

Domínios com nomes semelhantes à marca, mas que não estão sendo usados para fraude ativa, seguem a política “First Come, First Served” dos registradores de domínio. Quando não há conteúdo fraudulento ativo, não há base legal extrajudicial para remoção. A Axur não trata disputas de domínio.


É importante observar que um nome de domínio pode ser registrado em qualquer lugar do mundo, especialmente quando se trata de uma palavra comum (adjetivo, verbo, objeto, setor etc.), e não pode ser automaticamente associado a uma marca específica registrada em um país específico.

O que É tratado em Nome de Domínio Semelhante

Domínios usados em endereços de e-mail que distribuem fraude são tratados, desde que tenhamos evidências a partir dos cabeçalhos do e-mail anexados. Mais informações aqui.

Exemplos de conteúdo NÃO elegível para takedown

  • Domínio semelhante à marca, mas sem conteúdo (domínio estacionado)

  • Domínio com o nome da marca à venda em um marketplace de domínios

  • Domínio não registrado (disponível para compra - não existem violações)


Uso Referencial ou Comercial Legítimo de uma Marca (Nominative Fair Use)

A infração de marca registrada ocorre quando alguém usa o nome ou logotipo de uma marca de modo a confundir os consumidores quanto à origem dos bens ou serviços, levando-os a acreditar que estão lidando diretamente com a marca, e não com um terceiro.


Perfis e páginas comerciais que mencionam uma marca para descrever o que vendem, consertam, distribuem ou entregam não atingem esse limiar: a menção é transparente quanto à relação entre o terceiro e a marca, e não há tentativa de personificação ou engano.


Esse tipo de uso referencial é explicitamente protegido pelo direito internacional de marcas. A doutrina do nominative fair use (EUA, New Kids on the Block v. News America Publishing, 1992), a Diretiva de Marcas da União Europeia (Artigo 14) e a Lei de Propriedade Industrial do Brasil (Lei 9.279/96) estabelecem que o titular da marca não pode impedir terceiros de mencionar a marca para fins descritivos ou informativos. Tentar remover conteúdo que se enquadra nesse escopo pode expor tanto a Axur quanto o cliente a risco jurídico.

Exemplos

  • Padaria mencionando que usa Nutella como recheio ou cobertura

  • Restaurante anunciando entrega via iFood ou Uber Eats

  • Assistência técnica informando que conserta produtos Apple

  • Revendedor autorizado mencionando a marca dos produtos que vende

  • Perfil de suporte técnico usando o nome da marca para descrever os serviços oferecidos

  • Perfis de marketing de afiliados que agregam e compartilham links de produtos com desconto de sites de e-commerce


Perfis Sem Logotipo e Sem Publicações

Perfis em redes sociais sem publicações e/ou sem logotipo não são considerados uma violação de propriedade intelectual pela maioria das plataformas (com exceção da Meta, que pode agir nesses casos). Esses perfis podem ser usados para diversos fins legítimos, como avaliação futura, paródia ou até mesmo um nome para uma categoria diferente de produtos e serviços. As plataformas geralmente operam sob uma política de first-come, first-served para nomes de usuário.

Exemplos

  • Conta do Youtube com o nome da marca, mas sem foto, biografia ou publicações

  • Conta no X com nome semelhante ao da marca, mas sem atividade


Brand Bidding (Uso de Marca em Anúncios de Busca Paga)

Mecanismos de busca como o Google permitem que qualquer empresa ou pessoa patrocine qualquer termo de busca, desde que o anúncio não infrinja a marca registrada nem tente se passar pela marca associada ao termo patrocinado. Essa prática é conhecida como “brand bidding” e é permitida pelas políticas do Google Ads e de outras plataformas de publicidade. A Axur só atua quando o anúncio constitui fraude ou uso enganoso da marca, especificamente quando os anúncios usam a marca de forma a causar confusão ou direcionar os usuários de maneira enganosa a acreditar que estão interagindo com a marca oficial.

Exemplos de conteúdo NÃO elegível para takedown

  • Concorrente patrocinando a palavra-chave da marca no Google, mas sem se passar pela marca

  • Anúncio mencionando a marca de forma comparativa (ex.: “melhor que [marca]”)

  • Anúncios sem relação direta com a marca monitorada


Dados Públicos

Dados publicamente acessíveis que não constituem informação pessoal ou sensível não são tratados como vazamento de dados. Nomes de usuário, e-mails corporativos usados publicamente e nomes de domínio amplamente conhecidos não se qualificam como conteúdo elegível para takedown. Casos em que os dados expostos não violam as políticas de uso das plataformas em que são publicados, nem são protegidos por legislações locais como o GDPR (União Europeia), o CCPA (Califórnia, EUA) ou a LGPD (Brasil), também não são tratáveis.

Exemplos

  • E-mail corporativo público (ex.: [email protected]) listado em diretórios

  • Nome de domínio do cliente mencionado em listas de adblock ou repositórios públicos

  • Dados corporativos publicamente acessíveis (CNPJ, endereço da sede etc.)

  • Menção ao domínio do cliente em contextos como domínios expirados ou listas públicas


Simples Menção à Marca (Sem Infração)

A simples menção do nome da marca ou domínio em repositórios, listas ou outros contextos públicos, sem infração de marca registrada, confusão com a marca oficial ou qualquer tipo de fraude, não é elegível para takedown. Isso inclui menções em repositórios de código, listas de adblock, bancos de dados públicos, entre outros.


Isso é especialmente relevante para marcas cujos nomes coincidem com termos genéricos ou descritivos, como “Delta” ou “Apple”, que são comumente usados em contextos não relacionados. Quando um termo é utilizado em seu sentido genérico (ex.: “delta” referindo-se a uma formação fluvial, ou “apple” significando a fruta), não há relação marcária e, portanto, não há base para takedown. Homonímia e genericidade dos termos não constituem infração.

Exemplos

  • Menção ao domínio do cliente em um repositório no GitHub (sem exposição de dados sensíveis)

  • Nome da marca citado em uma lista pública ou diretório

  • Domínio do cliente mencionado em listas de adblock

  • Menção ao nome da marca em fóruns de discussão técnica

  • Uso de um termo genérico que coincide com o nome da marca em um contexto não relacionado


Revenda Pessoal de Produto

Anúncios de produtos que foram legitimamente comprados por consumidores e estão sendo revendidos para uso pessoal não constituem fraude nem infração de propriedade intelectual.

Exemplos

  • Consumidor vendendo um smartphone usado da marca em um marketplace

  • Pessoa revendendo um produto que comprou e não quer mais


Anúncios Inativos, Concluídos ou Pausados

Anúncios de venda que já foram concluídos, pausados ou estão inativos não são elegíveis para takedown, pois não representam mais uma ameaça ativa aos consumidores.

Exemplos

  • Anúncio no Mercado Livre marcado como “vendido” ou “pausado”

  • Anúncio na OLX que expirou ou foi encerrado pelo vendedor


Páginas de Resultados de Busca, Páginas de Versão de Aplicativo e Listagens Comerciais

Páginas geradas automaticamente por mecanismos de busca, indexadores de conteúdo ou plataformas de mapas/listagens comerciais não são criadas por usuários maliciosos e, portanto, não são elegíveis para takedown. Da mesma forma, páginas que listam versões históricas de aplicativos ou que não fornecem efetivamente downloads de aplicativos não representam risco.

Exemplos

  • Página de resultados do Google mostrando a marca nos resultados

  • Site listando versões anteriores de um aplicativo (sem link funcional para download)

  • Páginas com links para plataformas oficiais (Google Play, App Store)

  • Páginas que na prática não fazem o download do aplicativo

  • Listagens no Google Maps / Google Business Profile - o proprietário do negócio ou representante autorizado tem controle direto sobre seu Google Business Profile e pode gerenciar, atualizar ou solicitar a remoção da listagem diretamente ao Google. Isso está fora do escopo de takedown da Axur.


Páginas Não Acessíveis na Surface Web (Deep & Dark Web) e Plataformas Descentralizadas

Conteúdo fraudulento hospedado em camadas mais profundas da internet (Deep Web / Dark Web), acessível apenas por navegadores especializados como o Tor, não é elegível para takedown. Esses ambientes operam fora do guarda-chuva da ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) e de outras organizações responsáveis por organizar e regular a surface web, como registradores, TLDs e plataformas convencionais de hospedagem. Sem essas entidades como intermediárias, não existe mecanismo extrajudicial para solicitar a remoção do conteúdo.


Da mesma forma, conteúdos hospedados em plataformas descentralizadas, como Mastodon, Nostr, IPFS e sites hospedados em blockchain, também não são elegíveis para takedown. Ao contrário do conteúdo da Deep/Dark Web, essas plataformas operam na surface web e são publicamente acessíveis. No entanto, elas não possuem uma autoridade central ou intermediário para receber e agir sobre notificações de takedown.

Exemplos

  • Página fraudulenta que redireciona para um site de apostas em navegador comum, mas exibe a fraude via Tor

  • Conteúdo fraudulento hospedado em domínios .onion

  • Páginas que exigem software específico (Tor, I2P) para acesso

  • Conteúdo hospedado em IPFS ou sites baseados em blockchain sem autoridade central de takedown

  • Perfis ou publicações em redes sociais descentralizadas (Mastodon, Nostr) usando a marca de forma fraudulenta


Conteúdo em Cache ou Arquivado

Conteúdo preservado em caches da web ou arquivos digitais, como Google Cache, Wayback Machine (Internet Archive) ou archive.today, não é elegível para takedown. O Google Cache é temporário e desaparece automaticamente assim que a página original é atualizada ou removida. O Internet Archive, por sua vez, opera como uma biblioteca digital sob status de organização sem fins lucrativos nos Estados Unidos e não responde a solicitações padrão de remoção baseadas em marca registrada. Mesmo quando a página fraudulenta original já foi removida, sua versão arquivada permanece fora do escopo da atuação extrajudicial.

Exemplos

  • Versão em cache de uma página que já foi removida do servidor original

  • Captura arquivada no Wayback Machine de uma página reportada anteriormente

  • Conteúdo preservado no archive.today após a URL original ter sido desativada


Conteúdo em Plataformas Oficiais de Streaming

Solicitações de remoção de conteúdo em plataformas oficiais de streaming (como Netflix, Spotify, Amazon Prime etc.) não são tratadas pela Axur, pois essas páginas são legítimas e quaisquer solicitações devem ser feitas diretamente aos proprietários das plataformas.

Exemplos

  • Conteúdo do cliente disponibilizado em uma plataforma de streaming sem autorização

  • Perfil ou página dentro de uma plataforma oficial de streaming


Quando houver dúvida sobre se um conteúdo é elegível para takedown, entre em contato com a equipe antes de criar um ticket. Dessa forma, podemos avaliar o caso e confirmar a elegibilidade para remoção.

Se ficar com qualquer dúvida, é só chamar a gente no [email protected] 😊

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